sexta-feira, 1 de abril de 2011

Amar-te...





Amar-te e não querer.
- Eis a maior das batalhas
Que na vida hei-de enfrentar.

Neste não querer te querer,
Dentro de mim ergo muralhas,
Que te impeçam de me tomar.

-Mas, como ao cerco sobreviver,
Se disparas setas, acendalhas,
Que o meu forte vêm queimar?

-Estarei condenada, eu sei, a render,
Se com tuas manobras me baralhas,
Incauta, um dia me hás-de arrebatar...

Tay@09/10

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