terça-feira, 6 de maio de 2008

Sinto-te!




A cada aurora que desperta
A cada ocaso que se esvai
A cada brisa que se aperta
Aos meus cabelos e não mais sai

A cada raio de sol que me acaricia
A cada gota de chuva fria
Que se me entranha na pele, sequiosa,
A cada melodia de pássaros, harmoniosa...

Sinto-te!

E é com força avassaladora
Que o meu coração no peito estremece
Por saber-te algures no mundo aí fora
Ignorando este fogo que me enlouquece.

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